A EMPRESA

É simples : existimos para manter seus clientes sempre conectados com o melhor custo-benefício do mercado


A Vertical Simples iniciou as suas atividades no ano de 2008, à partir do momento que identificou o mercado de empresas provedoras de acesso à internet e que sofriam com a carência de produtos adequados quanto a estabilidade de energia e segurança elétrica, de suas aplicações em infra-estrutura de rede externa. É comum observar nesta topologia de rede externa de transmissão de dados, a utilização de cabos Cat5e com switches, roteadores, conversores óticos, etc.

Esta modalidade de rede com a utilização de cabos UTP Cat5e, tem um excelente custo-benefício, desde que bem instalada e com equipamentos adequados, porém, quando é desprovida de segurança, estabilidade de energia e de proteções elétricas, provocava em demasia o travamento e queima das portas dos seus switches ou ativos instalados na rede, incluindo as fontes que alimentam estes equipamentos. É quase impossível administrar a utilização desta forma, mas ainda assim a maioria tentava ou tenta sobreviver com equipamentos inadequados, causando imenso transtorno.

Verificando estas questões, a Vertical Simples desenvolveu um sistema inovador e projetou o SDDE - Sistema de Distribuição de Dados e Energia, profissionalizando o uso de cabos Cat5e outdoor. Evoluímos de tal forma que hoje temos o melhor preço, qualidade e resultado, o melhor custo-beneficio existente para aplicação de cabo em rede externa de transmissão de dados.

Foi portanto, a pioneira no desenvolvimento de uma solução adequada, o sistema SDDE - Distribuição de Dados e Energia que tele alimenta um grupo de switches denominados PACs ® (Pontos de Acesso Cabeado). O nome PAC é uma marca registrada da Vertical Simples.

Desenvolvemos nossos produtos com tecnologia própria e somos reconhecidos pela robustez e durabilidade de nossos produtos, além de contar com setor de RMA especializado, onde também fazemos manutenção de equipamentos de TV a Cabo. Alinhada com a vanguarda tecnológica, mantem o compromisso de sempre avaliar o custo-benefício e a aplicabilidade das tecnologias para os diferentes perfis de ISPs, à fim de contribuir para o crescimento do setor como um todo.

UMA VISÃO GERAL DO MERCADO

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O NOSSO MERCADO – Capacidade de Investimento e Acesso à Tecnologia

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O NOSSO MERCADO - PNBL

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UMA VISÃO GERAL DO MERCADO - A importância estratégica do Pequeno e Médio ISP


É um fenômeno que estas empresas estejam continuamente em crescimento, apesar da capacidade de cerceamento pela concorrência das grandes Operadoras de Telefonia.

Os pequenos e médios ISPs fornecem em grande parte, melhores serviços e o melhor atendimento em suas cidades. Para o pequeno e médio ISP, torna-se inviável a absorção e uso das tecnologias utilizadas pelas Grandes Operadoras, em função do alto custo de aquisição, implantação e manutenção da planta instalada.

Tecnologias amplamente utilizadas pelas “Grandes”, como DSL, DOCSIS, FTTH e outras, tem custo de aquisição e de operação proibitivos para empresas que tenham tipicamente 1.000 ou 10.000 assinantes.

No universo de 6.000 Pequenos e Médios ISPs com o certificado SCM emitido pela ANATEL, mais de 50% tem até 2.000 assinantes.

À princípio, 2.000 assinantes é uma pequena quantidade, mas considere o seguinte : número médio de quatro pessoas por residência no interior do país (nas capitais esta média é menor); estaríamos falando que 2.000 residências = 8.000 moradores, quantidade expressiva para um município pequeno, por exemplo de 20.000 habitantes. Este percentual representaria 40% do município.

Mais de 4.000 municípios brasileiros tem até 20.000 habitantes !

Existem outros aspectos a serem observados, mas para não nos estendermos, este acima, por si só é muito relevante. As grandes Operadoras ainda ATÉ HOJE, não tem a penetração ADEQUADA ou capilaridade suficiente para atender estes municípios com qualidade e quando lá estão, é comum nem sempre fornecerem um excelente serviço e carecem de disponibilizarem um atendimento de call-center que cause empatia com o usuário dos serviços e normalmente estão localizados a centenas ou milhares de quilômetros deste município, sem identificação regional ou presença física. De fato, os pequenos ISPs já vêm viabilizando nos últimos 10 anos , a possibilidade e o fomento da utilização da internet nos municípios, localidades e bairros onde a grande Operadora de Telefonia não chegava. São os verdadeiros responsáveis pela inclusão digital no interior do país. Cumpriam e ainda cumprem um papel de fundamental importância estratégica e com a abrangência e facilidade que pretende o PNBL – Plano Nacional de Banda Larga, à saber :

- Acelerar a entrada da população na moderna Sociedade da Informação;
- Promover maior difusão das aplicações de Governo Eletrônico e facilitar aos cidadãos o uso dos serviços do Estado;
- Contribuir para a evolução das redes de telecomunicações do país em direção aos novos paradigmas de tecnologia e arquitetura que se desenham no horizonte futuro, baseados na comunicação sobre o protocolo IP;
- Contribuir para o desenvolvimento industrial e tecnológico do país, em particular do setor de tecnologias de informação e comunicação (TICs);
- Aumentar a competitividade das empresas brasileiras, em especial daquelas do setor de TICs, assim como das micro, pequenas e médias empresas dos demais setores econômicos;
- Contribuir para o aumento do nível de emprego no país;
- Contribuir para o crescimento do PIB brasileiro.

O NOSSO MERCADO – Capacidade de Investimento e Acesso à Tecnologia


No universo dos pequenos e médios ISPs, existe um percentual pouco maior que 5% de empresas que alcançam um nível de faturamento e de assinantes que lhes permitem maior arrojo na expansão, em tecnologia e na capilaridade. São empresas com 20.000 até 100.000 assinantes, mas ainda assim sofrem com o alto grau de necessidade de capital de giro e de investimento, desprovidos de linha de crédito adequada, de longo prazo e com prazo de carência para pagamento, diferente do que conseguem as Grandes Operadoras.

Até mesmo para estas Grandes, a Fibra ótica está reservada para projetos especiais ou pontuais e a implantação de FTTH (até a residência do assinante), vem se expandindo mas sempre com valores cobrados bem mais alto do que o ticket médio e normalmente atendendo classe média mais alta, devido ao investimento demandado e o tempo retorno - ROI.

Alguns Pequenos e Médios conseguem mesclar o uso de fibra ótica com a nossa tecnologia ( Vertical Simples ) ou até implantam FTTH em casos pontuais. A fibra ótica de fato vem alcançando espaço de forma geométrica, porém a realidade é que falta ainda um bom tempo para que ela se torne realidade dentro da casa do brasileiro, tanto para os Pequenos ISPs, quanto para os Grandes. Algumas empresas Grandes Operadoras, divulgam na mídia que está fornecendo fibra ótica quando na realidade a fibra vai até o armário na rua – FTTC ou FTTB

Enquanto isto a sobrevivência é necessária, num momento e cenário em que a oferta de banda larga vem aumentando vertiginosamente e o preço cobrado pelo serviço, diminuindo.

Neste cenário, o uso de tecnologias alternativas para o pequeno ISP é fundamental e vital.

O NOSSO MERCADO - PNBL - Um aspecto do Plano Nacional de Banda Larga


Com o título de : UM PLANO NACIONAL PARA BANDA LARGA - SUMÁRIO EXECUTIVO , no terceiro parágrafo da página 6 e no capítulo intitulado Vertentes da massificação do acesso Banda Larga, encontramos uma referência que vem de encontro à característica do pequeno e médio ISP, da nossa característica como fabricante e de nossos clientes. Veja as aspas :

“Destaca-se a importância de garantir a oferta não discriminatória aos nós de acesso ao backhaul.

Outro aspecto relacionado à oferta é a baixa competição entre plataformas tecnológicas no Brasil. Apesar das taxas de crescimento do acesso por meio de outras plataformas, sobretudo da plataforma cable modem, virem aumentando de forma mais acelerada que a plataforma ADSL, o acesso por meio desta tecnologia, em 2008, ainda representava cerca de 70% da banda larga no país. Verifica-se, portanto, que existe espaço para impulsionar a penetração da banda larga no país por meio do estímulo à competição entre plataformas tecnológicas distintas.

O Brasil avançou bastante nos últimos anos, em termos de renovação do arcabouço regulatório, implantando instrumentos importantes para o estímulo à competição e universalização dos serviços de telecomunicações. No entanto, em aspectos mais amplos do arcabouço legal e regulatório do setor de telecomunicações, o Brasil encontra-se atrás de países importantes na comunidade internacional, principalmente em relação à implantação de alguns mecanismos de controle do setor. "

Esta é a visão da Vertical Simples e nos orgulhamos em participar deste mercado, com a mesma coragem com que nossos clientes demandaram, verdadeiros empreendedores que conquistaram o que podemos tranquilamente chamar de FENÔMENO MERCADOLÓGICO.